Roma é amor

Ta aí um clichê. Mas não deve ser por acaso que Roma e Amor são escritos com as mesmas letras, em ordem inversa. E foi uma coisa muito doida chegar naquela cidade. Eu, apesar de sempre ter sonhado em visitá-la, nunca pensei nisso como uma realidade tão possível. Nem mesmo quando comprei as passagens e estava com data marcada para viajar.

Cheguei. Primeiro em Milão: uma cidade lindíssima! Moderna, estilosa, cosmopolita. Viveria ali tranquilamente. Caminhei um dia inteiro com um mochilão nas costas. Viajei durante a noite num ônibus para Roma. Cheguei exausta, com dores pelo corpo, que logo sumiram (ou melhor, se esconderam).

A primeira coisa que vi foi o metro. Logo pensei “o de São Paulo é melhor”. E é mesmo. Depois, vi pessoas. Muitas. Nunca vi tanta gente num só lugar. Visite Roma durante a semana porque, aos sábados e domingos, o bicho pega.

No domingo, vi o Papa. Esse mesmo, o Chico, gente como a gente. Argentino, nosso vizinho. Ali naquela janela do Vaticano. Impossível não se contagiar com a comoção geral e não se emocionar. Naquele momento, até o italiano eu entendi. Primeiro momento choroso da viagem: check.

Em seguida, Coliseu. Sempre quis dar de cara com aquela construção tão imponente. E dei. E chorei de novo: check. Além dele, Pantheon, Basílicas, Fontes, Praças, Parques… Ainda subi 551 degraus na Basílica de São Pedro para conseguir ver Roma de cima. E valeu todo o cansaço: Roma é amor.

AH, E A COMIDA…

Nos indicaram um restaurante chamado Solo Pasta, fica próximo a Piazza Navona, em alguma ruazinha que eu não sei o nome. O preço da pasta com bebida (que pode ser Coca Cola, cerveja, água ou vinho) é de 5 euros! Almoçamos lá todos os dias em que estivemos na cidade, e comeria lá o resto da minha vida.

Macarrão a carbonara e o nhoque foram os melhores pratos, pois não gosto de molhos apimentados e a maioria das massas com molho vermelho são bem picantes. No terceiro dia que fomos lá ainda ganhamos bolachinha de sobremesa – como eu disse: amor.

Quanto à pizza, comi e gostei. Mas esperava mais. A massa é simplesmente deliciosa, porém não achei tudo isso, não. É claro, vale a pena experimentar, afinal, o sabor e a experiência mudam de estabelecimento para estabelecimento, de recheio para recheio. Resumidamente, não dá para voltar da Itália sem comer pizza.

E agora, meu preferido do mundo: o gelato! Ta aí uma coisa maravilhosa que eu não consigo nem mesmo descrever. Os sabores que experimentei foram: pistache siciliano, na Savini que fica dentro da Galeria Vittorio Emanuele, em Milão, depois, em Roma, café e chocolate negro, e de tiramisù e quatro chocolates na Gelateria Del Teatro. Esta última tem os preços um pouco acima da média, mas o sabor vale a pena.

Foram cinco dias intensos. Não conheci quase nada e já quero voltar. Que fazer?

 

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